Project Manager & PMO Specialist
Quase 10 anos em tecnologia construindo sistemas, documentação e a governança que mantêm times alinhados e projetos no trilho.
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Comecei no design gráfico, passei pelo design de produto e pela liderança de times criativos, e cheguei à gestão de projetos entendendo o produto por dentro antes de aprender a governá-lo por fora.
Hoje estruturo operações, padronizo processos e desenvolvo pessoas em ambientes onde clareza e consistência fazem a diferença.
TRAJETÓRIA COMPLETAÁREAS DE ATUAÇÃO
Estruturação de processos, fluxos operacionais e práticas de PMO que aumentam a maturidade e a previsibilidade das entregas.
Condução de projetos do kickoff à entrega, gerenciando escopo, cronograma, riscos e comunicação com stakeholders.
Liderança de times de UX/UI com foco em desenvolvimento de carreira, padronização de processos e criação de design systems.
Discovery, estratégia, prototipação e documentação de produto com foco em clareza de navegação e entrega orientada a processo.
Branding, identidades visuais, ilustração e materiais gráficos que traduzem estratégia de marcas em comunicação consistente.
SELEÇÃO
Documentação padronizada para centralizar informações de clientes, projetos e produtos.
Fluxo estruturado de qualidade com 6 etapas, responsáveis definidos e validações por perspectiva.
Automações e campos inteligentes no ClickUp para reduzir trabalho manual.
"RESULTADOS CONSISTENTES OCORREM QUANDO PROCESSOS, PESSOAS E GOVERNANÇA TRABALHAM JUNTOS."
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Project Manager & PMO Specialist
Mais de 7 anos em tecnologia na interseção entre design, produto e gestão, com foco crescente em governança operacional, padronização de processos e estruturação de PMO.
Comecei como designer gráfico, evoluí para UX/UI e Design de Produto, passei pela liderança do time criativo como Design Lead e cheguei à gestão de projetos com uma visão sistêmica rara: entendo o produto por dentro antes de governá-lo por fora.
Hoje atuo com ênfase em estruturação e amadurecimento de operações, padronização de processos e templates, governança de portfólio, documentação técnica e gerencial, acompanhamento de desempenho e desenvolvimento de lideranças. Administro uma carteira de aproximadamente 10 clientes simultâneos, incluindo projetos internacionais.
Acredito que resultados consistentes vêm da combinação entre processos claros, governança bem definida e times bem desenvolvidos, o que reduz complexidade, aumenta autonomia e torna a execução mais eficiente.
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Sou artista plástico, praticamente um segundo trabalho. Tenho produção ativa em pintura e uma linguagem visual própria que influencia diretamente a forma como aproximo problemas de gestão: com olhar criativo para soluções que vão além do óbvio e com atenção ao detalhe que vem de anos de prática artística.
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DO DESIGN À GESTÃO: MINHA TRAJETÓRIA NA PRÁTICA.
Documentação padronizada para centralizar informações de clientes, projetos e produtos em carteiras de múltiplos projetos simultâneos.
Automações e campos inteligentes no ClickUp para reduzir trabalho manual e dar mais autonomia ao time de suporte.
Fluxo estruturado de qualidade com 6 etapas, responsáveis definidos e validações por perspectiva para times de desenvolvimento.
Em uma software house que opera com carteira diversa de clientes e projetos simultâneos, de escopo fechado a contratos de suporte e sustentação, o mesmo gerente costuma lidar com vários clientes ao mesmo tempo, enquanto novos membros entram no time com frequência, tanto no operacional quanto na gestão.
Com essa dinâmica, handovers acontecem constantemente. Um projeto conduzido por um gerente passa para outro. Um desenvolvedor sênior sai e outro assume. A cada transição, alguma coisa se perdia no caminho, e o custo disso só se tornava visível quando virava um problema real.
Gerenciar uma carteira com múltiplos projetos exige também que o gerente consiga delegar informações sem precisar ser o único ponto de acesso ao contexto. Em projetos de suporte, onde as demandas chegam de forma contínua, essa necessidade se torna ainda mais crítica.
As informações sobre cada cliente, escopo contratado, histórico de decisões, estilo de comunicação, contatos, acessos e documentação técnica, estavam espalhadas em canais diferentes: e-mails, Slack, Google Drive sem organização, ClickUp, memória das pessoas. Não havia um lugar único e confiável onde qualquer pessoa pudesse ir e se contextualizar.
O problema se agravava com a escala. Com uma carteira de 10 ou mais clientes simultâneos, era humanamente impossível que o gerente mantivesse tudo na memória com consistência. Informações críticas acabavam ficando em anotações pessoais ou simplesmente se perdendo.
Além do tempo perdido no onboarding, havia outro custo menos visível: a dependência de pessoas específicas como guardiões do contexto. Quando alguém saía, ia junto um pedaço importante do projeto. E sem rastreabilidade, era difícil revisitar decisões ou justificar mudanças de escopo.
ÍNDICE DO DOCUMENTO E SEÇÃO 1, CLIENTE · Dados fictícios
Centralizar as informações de todos os tipos de projetos de forma que qualquer pessoa, independentemente do nível técnico ou do grau de envolvimento, pudesse se contextualizar e trabalhar com autonomia. O desafio era criar uma estrutura completa e fácil de preencher, sem se tornar mais uma obrigação que ninguém cumpre.
Outro desafio era definir claramente quem seria responsável por preencher cada parte do documento e como implementar essa iniciativa sem prejudicar o tempo de planejamento dos projetos. Para uma estrutura realmente adotada, era preciso que o processo fizesse sentido para todos: PM, desenvolvedor, designer e time comercial.
Criei a Ficha do Cliente: um documento padronizado que reúne tudo que é relevante sobre um cliente e seus projetos em uma estrutura única, organizada em cinco seções principais, autoexplicativa o suficiente para que o gerente não precise decidir o que incluir, apenas preencher.
A estrutura contempla desde informações básicas do cliente (perfil, modelo de negócio, público-alvo e posicionamento) até contatos principais com seus níveis de decisão, links para documentos estratégicos como briefings e contratos, e toda a arquitetura técnica dos produtos. Um plano de comunicação padronizado com matriz de interação, escalada e regras gerais também integra o documento.
SEÇÃO 2, PROJETOS: ESCOPO FECHADO COM TERMO DE ABERTURA E PROJETO DE SUPORTE · Dados fictícios
A implementação foi feita no ClickUp, ferramenta já utilizada no dia a dia pelo time, o que reduziu a resistência à adoção. O gerente faz o setup inicial antes do kickoff. Em seguida, cada especialista preenche sua área de competência: o dev sênior documenta stack e infraestrutura, o designer registra guidelines de interface. O resultado é uma base de conhecimento viva, acessível a todos e continuamente atualizada.
Processos de sustentação e suporte de sistemas exigem agilidade operacional. Em uma software house com múltiplos clientes e projetos ativos, as demandas de suporte chegam diariamente e precisam ser tratadas por um time que mantém projetos de desenvolvimento em andamento. O gerente opera como ponto central de triagem, e com uma carteira diversificada, esse papel rapidamente se torna um gargalo.
A dinâmica se torna ainda mais complexa quando os contratos de suporte funcionam com pacote de horas mensais: cada tarefa consome do banco disponível e precisa de monitoramento preciso para garantir transparência com o cliente. Qualquer imprecisão nas estimativas pode gerar conflitos comerciais.
As tarefas chegavam sem estrutura suficiente. O gerente precisava estar em alerta constante para identificar tipo, severidade e prioridade de cada ticket. Sem essa triagem estruturada, os desenvolvedores tendiam a ir direto para o código sem planejamento adequado, gerando retrabalho, atrasos e incerteza sobre o esforço real necessário.
Muitos desenvolvedores, especialmente os de nível júnior a pleno, encontravam dificuldade para destrinchar tarefas complexas em subtarefas e estabelecer um checklist antes de iniciar. O gerente acabava tendo de estar disponível para cada nova demanda, repassando contexto e fazendo o planejamento que, com o suporte certo, o próprio desenvolvedor poderia conduzir.
Otimizar o planejamento de novas demandas de forma que o gerente não precise estar presente a cada nova tarefa criada, e que o desenvolvedor tenha contexto suficiente para iniciar com autonomia, entendendo riscos, impactos no sistema e possíveis dúvidas a serem levantadas antes de começar.
Ao mesmo tempo, era preciso dar mais previsibilidade ao cliente sobre o tempo de esforço para novas demandas, para que ele pudesse planejar sua equipe, criar expectativas realistas de melhoria na plataforma e ter visão clara do consumo do pacote de horas mensal.
A solução foi estruturada em três camadas complementares no ClickUp: definição de um conjunto de status significativos para o ciclo de vida do ticket, automações baseadas em gatilhos para eliminar trabalho manual repetitivo, e campos customizados alimentados por IA para planejamento autônomo de tarefas.
Os status foram redesenhados para dar contexto real sobre o momento de cada tarefa: de TRIAGE (recém-criada) a COMPLETE (entrega aceita), passando por ESTIMATE, SELECTED FOR DEVELOPMENT, DEV REVIEW e PROD REVIEW. Cada status carrega um significado claro para todos os envolvidos.
CONFIGURAÇÃO DOS STATUS, CADA ETAPA DO CICLO DE VIDA TEM UM STATUS ESPECÍFICO E SIGNIFICATIVO
AUTOMAÇÃO: QUANDO TAREFA É CRIADA, ACIONA CAMPO DE IA "TIPO DE TAREFA"
AUTOMAÇÕES DE STATUS, DATAS E ATRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE RESPONSÁVEL
CAMPO "TIPO DE TAREFA": IA CLASSIFICA AUTOMATICAMENTE CADA NOVA DEMANDA
CATEGORIAS: BUG, SUPORTE OPERACIONAL, AJUSTE DE REGRA E MELHORIA
CAMPO "T-SHIRT SIZE": ESTIMATIVA AUTOMÁTICA DE COMPLEXIDADE
CAMPO "PLANEJAMENTO": IA GERA PLANO DE AÇÃO PARA O DESENVOLVEDOR
As automações eliminaram ações manuais repetitivas: quando uma tarefa entra em "Selected for Development", o responsável é automaticamente atribuído e a data de início é definida. Ao ser criada, uma estimativa inicial de complexidade (t-shirt size) é gerada automaticamente. Essas automações liberaram o gerente de micro-ações que, somadas, representavam horas de trabalho operacional por semana.
Os campos de IA são o núcleo da solução: ao preencher a descrição de uma tarefa, a IA identifica automaticamente o tipo (bug, melhoria, ajuste de regra, suporte operacional), estima a complexidade e gera um plano de ação estruturado com checklist de subtarefas, riscos e impactos no sistema. O desenvolvedor começa com mais direcionamento e o gerente reduz o tempo dedicado ao suporte manual de planejamento.
Em uma software house com carteira diversa, múltiplos desenvolvedores atuam simultaneamente em projetos diferentes, com escopos, stacks e complexidades distintas. Sem um time de QA dedicado, modelo comum em empresas de pequeno e médio porte, a responsabilidade pela qualidade das entregas recai distribuída: parte no desenvolvedor, parte no tech lead, parte no gerente de projetos.
O tempo de cada profissional é escasso e, portanto, valioso. Quando o gerente ou o tech lead precisa revisar cada tarefa individualmente, o custo operacional cresce de forma desproporcional, e o modelo começa a não escalar conforme a carteira de projetos aumenta. Sem um processo claro compartilhado, cada um interpreta essa responsabilidade de forma diferente.
Erros chegavam ao cliente em uma frequência maior do que o aceitável. O polimento das entregas variava conforme o desenvolvedor e o dia. O gerente, que deveria estar validando valor de negócio, acabava fazendo correções que eram responsabilidade do time técnico. E quando algo escapava, era o próprio cliente quem encontrava o problema na plataforma em produção.
A ausência de critérios compartilhados sobre o que é "pronto" criava ambiguidade em todo o ciclo. Cada desenvolvedor tinha sua própria definição de entrega finalizada, gerando inconsistência nos resultados e tornando o planejamento de sprints e estimativas menos confiável.
Criar um fluxo de trabalho padronizado e estruturado para garantir qualidade nas entregas, replicável em diferentes projetos, adequado a uma equipe composta por desenvolvedor, tech lead e gerente, e simples o suficiente para ter adesão real na rotina, sem se tornar uma etapa burocrática que o time tenta contornar.
O processo precisava ser educativo: ajudar os desenvolvedores a enxergar a revisão cuidadosa como parte do próprio trabalho, não como controle externo, mas como autogestão da qualidade. E ao mesmo tempo, diminuir a necessidade de microgerenciamento por parte do gerente ou do tech lead.
O Workflow de QA foi desenhado como um conjunto de etapas sequenciais, cada uma com um responsável específico, um objetivo de validação claro e ações práticas definidas, implementadas no ClickUp para garantir visibilidade e rastreabilidade de todo o processo.
VISÃO GERAL DO PROCESSO, 6 ETAPAS COM RESPONSÁVEIS, FOCO DE VALIDAÇÃO E CHECKLIST DE DEFINITION OF DONE
O fluxo tem seis etapas principais: Desenvolvimento e Autoteste (o desenvolvedor valida seu próprio trabalho antes de avançar), Peer Review e Revisão de Polimento (revisão técnica e de interface por outro desenvolvedor ou tech lead), Review Adicional para tarefas de grande impacto, Homologação de Negócio (aprovação do gerente sobre o valor entregue), Validação do Cliente quando necessário, e Deploy e Monitoramento.
Paralelamente, foi definida uma Definition of Done, uma lista de verificação que toda tarefa precisa cumprir antes de ser considerada finalizada, independentemente do tipo de entrega ou do projeto. O time passou a ter um contrato claro sobre o que significa "pronto": não apenas código funcionando, mas revisado, testado, documentado e pronto para o cliente ver.
A introdução do workflow também teve um efeito cultural relevante: ao estruturar o processo de revisão, o desenvolvedor passou a valorizar mais a fase de planejamento e autoteste da própria tarefa, pois sabia que seu trabalho seria revisado por um par. Isso criou um ciclo positivo de responsabilidade técnica compartilhada no time.
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